segunda-feira, 26 de março de 2012


 26/mar- Homem é morto a tiros e a facadas em Itaituba neste final de semana

   Por volta das 22:30hs deste domingo (25) cerca de 5 homens armados com revolver e faca entraram em um clube de festa denominado de “Cheira Peido” e fizeram vários disparos contra Firmino Neto Castro Lira conhecido por “Mousa”. O clube é localizado a margem da Rodovia Transamazônica no Km 03 em Itaituba, cidade localizada no sudoeste paraense.
   Firmino foi atingido por vários disparos de arma de fogo além de algumas perfurações de faca pelo corpo. Além de Firmino, duas pessoas que estavam no ambiente foram alvejadas e levadas para o Hospital Municipal de Itaituba.
   Firmino ainda foi atendido pelos Militares do Corpo de Bombeiros e Agentes do SAMU, que levaram o mesmo rapidamente ao PSM, mas ele não resistiu à gravidade dos tiros e  das facadas e faleceu minutos depois.
   As Policias Civil e Militar foram acionadas e já estão investigando o crime. Ainda não se tem uma linha de investigação.








Fotos e reportagem: Júnior Ribeiro

sábado, 24 de março de 2012

Tire sua máscara e descubra seu verdadeiro Eu


por Patricia Gebrim

lustração: Patricia Gebrim
Ora, todos nós, desde que somos crianças, aprendemos com nossos pais e professores uma série de regras para viver em sociedade... “corte com a faca na mão direita”... “ não faça barulho com o canudinho do refrigerante”... “agradeça quando alguém der algo a você”... e por aí vai.
Aprendemos, assim, o que “se deve” e o que “não se deve” fazer.
Até aí, tudo bem, porque é necessário que saibamos usar essas máscaras com sabedoria para nos relacionarmos com as outras pessoas com respeito e harmonia.
- Como seria se eu decidisse ir a uma palestra importante vestindo maiô e canga, só porque está fazendo esse terrível calor? - eu penso, enquanto visto meu terninho e sapatos de salto alto. É claro que estou usando uma máscara, de certa forma construindo um personagem, e DESDE QUE EU SAIBA DISSO, está tudo bem.
Os problemas acontecem quando nos esquecemos de quem somos e nos misturamos com as máscaras que criamos.
Para ajudar você a visualizar isso, vou falar de duas máscaras que são muito usadas pelas pessoas. É claro que existem infinitas possibilidades de criarmos personagens, mas a minha idéia é ajudar você a perceber o mecanismo. Vamos lá?
Máscara da agressividade

Imagine que Melindra (inventei o nome, ok?) tenha sido criada em uma família dessas poderosas, com pessoas fortes, que valorizavam a força, a coragem, a audácia. A ironia é que Melindra não era tão corajosa assim, e nem teria que ser, afinal, era apenas uma criança aprendendo a lidar com um mundo que é vasto e, muitas vezes, assustador. Mas o fato é que toda vez que chorava, Melindra era um pouco desprezada nessa família de fortes.
Com o tempo, ela foi aprendendo que seria muito mais valorizada se se mostrasse decidida, invulnerável e independente. Melindra cresceu e se tornou poderosa. É diretora de uma empresa multinacional e seus subordinados têm medo dela. É muitas vezes agressiva, jamais admite um erro, e parece ter o poder de intimidar as pessoas. Conseguiu muitas coisas graças a esse jeito de ser, mas no fundo não se sente tão forte assim. Muitas vezes se sente horrivelmente cansada e assustada, e nessas vezes se mostra ainda mais assustadora, para que ninguém perceba a sua “fraqueza”. Ela continua agindo pela vida como imaginava que as pessoas gostariam que agisse, de acordo com essa máscara que construiu. O seu Eu mascarado poderoso existe porque ela quer ser aceita pelas pessoas, e porque não quer que percebam como na verdade se sente vulnerável.
No fim, o que acontece é que ela representa tão bem seu papel que ninguém a enxerga como é. Ninguém percebe o quanto se sente cansada, o quanto precisa de ajuda e compreensão. Melindra raramente receberá um colo ou carinho. Com certeza atrairá muitas situações difíceis, pessoas que a confrontarão, confirmando a hipótese de que o mundo é mesmo agressivo e que ela deve se armar e se defender. Vocês percebem? Melindra tornou-se prisioneira de sua máscara. Com o tempo, até mesmo Melindra se esquece de quem é, e em alguns casos, passa a achar estranhos sentimentos como afeto, cuidado e amor, como se fossem falsos ou hipócritas.
Bem, o caminho de crescimento para uma pessoa como Melindra envolve um risco que ela consideraria enorme... o risco de deixar que as pessoas vejam o que se esconde sob a máscara. Deixar que percebam que ela não é tão forte como parece, mostrar que também tem medo às vezes, que também se cansa, que também precisa de ajuda... um risco e tanto para alguém como ela!
Máscara do amor
Bem, agora vou criar outro personagem, vou chamá-lo Révis.
Révis, diferentemente de Melindra, foi criado em uma família que tinha como valores principais a generosidade, a ajuda ao próximo, a bondade, o perdão, o amor. Em sua casa qualquer expressão de raiva era vista como algo ruim (e não como força, como no caso de Melindra). Assim, ele aprendeu que devia conter sua raiva, ser sempre compreensivo, amoroso e gentil. Quando agia assim era aceito e amado. Quando explodia era criticado ou deixado de lado.
Por outro lado, quando Révis chorava e se mostrava fraco, era acolhido e ganhava um delicioso achocolatado que sua mãe lhe preparava com todo o carinho, enquanto o abraçava... “Pobrezinho, mamãe está aqui”, dizia ela.
*Uma observação... estou simplificando a coisa toda para que caiba neste artigo. É claro que não estou responsabilizando os pais por sermos quem nos tornamos, e sim ressaltando todo um ambiente (pais, escola, pessoas com quem convivemos) como parte da formação da nossa personalidade, ok?
Bem, o fato é que Révis cresceu e construiu um Eu Mascarado que era pura bondade. Trabalha em inúmeros projetos sociais, ajuda muitas pessoas, não ganha lá muito dinheiro, é verdade. As pessoas o veem como uma pessoa generosa, gentil, compreensiva, boa. É claro que muitas pessoas passaram a tentar se aproveitar dele. Outras grudam nele como sanguessugas, ligam de madrugada para falar de seus problemas, pedem dinheiro emprestado (sempre esquecem de devolver, é claro), chegam uma hora atrasadas em um encontro sem se preocupar, porque sabem que “Révis não se importa, é tão bonzinho...”. Raramente Révis se impõe ou perde a paciência com alguém. Quanto muito fica amuado, tristemente encolhido em um canto, com cara de cachorro sem dono, esperando assim que as pessoas se arrependam de tê-lo feito sentir-se tão mal assim.
No fundo Révis sente muita raiva. Também se sente tão cansado quanto Melindra. Não consegue se sentir valorizado, não consegue impor limites, não sabe dizer “Não”. Seu Eu Mascarado o aprisiona também. Não pode sequer lidar com a idéia de que, como qualquer ser humano, sinta raiva, ciúme, inveja e até mesmo ódio. Não consegue se colocar em primeiro lugar. Não enfrenta as pessoas.
Seu caminho de crescimento requer que, como Melindra, ele enfrente um enorme desafio: o de correr o risco de ser quem é. Seu desafio é mostrar que não é sempre tão bonzinho como pensam. Que, como qualquer pessoa, também se irrita, e que é capaz de dizer “não” quantas vezes for necessário. Révis precisa parar de querer agradar sempre e correr o risco de que não gostem dele. Afinal, é impossível agradar a todos, não é? Precisa deixar aparecer aqueles sentimentos que aprendeu a considerar “maus”. Precisa deixar que as pessoas percebam que também fica bravo, que não está disponível 24 horas por dia e que merece ser respeitado.
Deixando um pouco as máscaras de lado, acho importante ressaltar que é claro que existem pessoas que são verdadeiramente fortes e verdadeiramente amorosas. Isso nem sempre é uma máscara!!! Mas quando essas qualidades são reais, elas não pesam. Podemos ser fortes sem precisar negar os momentos em que nos sentimos vulneráveis. Podemos ser amorosos sem nos apagar ou diminuir por isso. Quando somos de verdade fortes, ou amorosos, fazemos isso sem sentir aquele cansaço e mal estar que a máscara trás.

Ouça... Se você está se sentindo pesado e sem vida, com certeza está usando uma máscara. Descubra-a a tenha a coragem de tirá-la.
Só podemos sentir a brisa da vida com o rosto descoberto!        

Polícia dos Estados Unidos para o Batmóvel, e Batman tem que se explicar





Do UOL, em São Paulo
  • Montgomery Co Police/Divulgação
    Não adianta colocar a culpa no Coringa, Batman... Não adianta colocar a culpa no Coringa, Batman...
Onde está o comissário Gordon quando seu amigo homem-morcego mais precisa dele?
Batman, o mais famoso super-herói de Gotham City*, foi parado por policais em estrada de Montgomery, no Estado norte-americano de Maryland, na última quarta-feira (22).
O fato mais curioso é que o super-herói riquinho estava com seu cobiçado Batmóvel. A polícia de Montgomery divulgou a cena no Twitter.
A polícia fez questão de avisar que o Batmóvel não foi rebocado. Será que o chefe O'Hara andou manipulando seus funcionários?
Procurado pelo UOL Tabloide, Robin** não foi encontrado para comentar.
* Desculpe por essa, Robin...
** Para ser preciso, nenhum Robin, internauta fã de quadrinhos. Nem os bonzinhos Richard John Grayson e Timothy Drake, nem os chatinhos Jason Peter Todd e Damian Wayne, nem aquela gatinha da Stephanie Brown.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Chega uma hora que a gente cansa... Cans...


Danielle Oliveira: 

Chega uma hora que a gente cansa...

Cansa de buscar o que não pode ser alcançado,

Cansa de lutar por quem não quer ser conquistado,

Cansa de pensar no que não foi feito, não foi falado...

Chega uma hora que a gente cansa...

Cansa de viver tentando mudar,

Cansa de buscar resultados,

Cansa de identificar vestígios de sentimento...

Chega uma hora que a gente cansa...

Cansa de conviver com pessoas pessimistas,

Cansa de se contentar com tão pouco,

Cansa de ir levando a vida...

Chega uma hora que a gente cansa...

Cansa de sonhar...

Cansa de amar...

Cansa de viver...

Sonhar, amar e viver as mesmas coisas todos os dias...

Chega uma hora que a gente cansa...

Cansa de esperar, de se conformar, de procurar saídas,

Cansa de pedir, de perguntar, de tentar entender,

Cansa de desculpas esfarrapadas, de minimizar opostos...

Chega uma hora que a gente deseja o novo...

Chega uma hora que a gente descobre que ainda dá pra olhar pra frente. E começa a enxergar caminhos que antes não eram vistos...

Chega uma hora que a gente percebe que dá pra ir além do exato lugar onde estamos...

Chega uma hora que a gente deseja mais do que joguinhos, flertes, críticas, brincadeiras, molecagem...

Chega uma hora que a gente descobre que a vida não é tão banal...

Chega uma hora que a gente descobre que está VIVO, e que quer VIVER...

quinta-feira, 22 de março de 2012

21/mar- Homem é assassinado a tiros no interior de embarcação em Itaituba



         Por volta das 16:00hs desta quarta-feira (21) um homem foi morto a tiros enquanto embarcava no barco motor Leão III da cidade de Itaituba, no sudoeste paraense, para a cidade de Santarém, distante cerca de 350 km.
De acordo com informações de populares que estava no local, o atirador, que usava camiseta verde, repentinamente invadiu a embarcação e disparou dois tiros na região da testa da vítima, que não resistiu e morreu.
Imediatamente a Polícia Militar chegou ao local para realizar os procedimentos de investigação. Até o fechamento desta matéria o criminoso ainda não tinha sido identificado.

Minutos posteriores ao assassinato no porto de Itaituba

Embarcação onde o crime ocorreu



Texto produzido por: http://itaitubahoje.blogspot.com/